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sábado, 27 de março de 2010

COLETA DE MATERIAL BIOLOGICO AULA DO DIA 04/02/10

COLETA DE MATERIAL BIOLOGICO AULA DO DIA 04/02/10
Profº Franco Bonetti
e-mail: fbonetti@gmail.com

Bibliografia:
Andris, D. A. – Semiologia – 1ª Ed. Guanabara Koogan, 2006
Swartz, M. H. – tratado de semiologia médica – 5ª Ed. Elsevier, 2006
Legislação: ANVISA – RDC N°302 → Regulamento técnico para funcionamento de LABS clínicos.
• Ambiente biologicamente seguro.
• Biossegurança e controle de infecções.
• Boas práticas laboratoriais e níveis de risco biológicos.
• Resíduos dos serviços de saúde e praticas biomédica.
• Equipamentos de proteção individual e coletiva.
• Lavagem das mãos.
• Práticas de assepsia.
• Transporte e acondicionamento de materiais biológicos.
• Visão geral do exame físico.
• Mensuração dos sinais vitais.
• Características gerais das populações especiais.
• Noções básicas de primeiros socorros.
• Orientação para coleta de material biológica.
→ sangue (sistema aberto e vácuo)
→ urina e fezes
→ LCR
→ sêmen, cervicovaginal
→ leite humano
RDC N° 153 → hemoterápicos
• Doação de sangue e hemotransfusão

SEMIOLOGIA (SEMIOTÉCNICA) AULA DO DIA 11/02/10
- estudo dos signos (sinais)
- coleta de matérias biológicos
→ entender o paciente
Sinais vitais:
i. Pulso
ii. Respiração
iii. Pressão
iv. Temperatura
v. Material biológico
RDC 302 lei criada em 13/10/2005 pela ANVISA (resolução da diretoria colegiada). Regulamenta a abertura e funcionamento de laboratórios de análises clínicas.
RISCO BIOLOGICO
Risco: expressa a probabilidade de possíveis danos dentro de um período de tempo ou de um ciclo operacional
Possível X Impossível
PROVÁVEL x IMPROVÁVEL
MENOS OU MAIS PROVÁVEL
PROBABILIDADE DA OCORRÊNCIA DE DANOS
POTENCIAL DE DANO


RISCO BIOLÓGICO:
GRUPO 1: OS QUE APRESENTAM BAIXA PROBABILIDADE DE DOENÇAS AO HOMEM. (LABORATÓRIO P1 OU P2)
GRUPO 2: QUE PODEM CAUSAR DOENÇAS AO HOMEM E CONSTITUIR PERIGO AOS TRABALHADORES COM POUCA PROBABILIDADE DE SE PROPAGAR PELA COMUNIDADE. (LABORATÓRIO P3)
GRUPO 3: QUE CAUSAM DANOS GRAVES COM RISCO DE PROPAGAÇÃO PARA A COMUNIDADE. (LABORATÓRIO P4 – SEGURANÇA TOTAL)
AGENTE DE RISCO: QUALQUER COISA, PROCEDIMENTO QUE PROPICIAM A OCORRÊNCIA DE UM EVENTO DANOSO.
DOENÇAS INFECCIOSAS
X
DOENÇAS INFECTO - CONTAGIOSAS
(TRANSMISSÍVEIS)

 TODA DOENÇA CONTAGIOSA E INFECCIOSA POREM NEM TODA DOENÇA INFECCIOSA É CONTAGIOSA.


CADEIA EPIDEMIOLOGICA
1. BIOAGENTE PATOGÊNICO ( agente vivo)
2. RESERVATÓRIO
3. VIAS DE ELIMINAÇÃO → PORTA DE SAÍDA DO AGENTE PATÓLOGICO (ESPIRRO)
4. MODOS DE TRÂNSMISSÃO
• DIRETO
• INDIRETO
5. VIAS DE PENETRAÇÃO
6. HOSPEDEIRO SUSCETÍVEL
CONTROLE DOS RISCOS BIOLÓGICOS:
 CONHECER A CADEIA EPIDEMIOLOGICA
 CONHECIMENTO TÉCNICO
 RECURSOS TÉCNOLOGICOS
 DISPONIBILIDADE DE RECURSOS FINANCEIROS
 ADOÇÃO DE ESTRATÉGIAS DE CONTROLE (CADEIA EPIDEMIOLÓGICA)

NÍVEL DE BIOSSEGURANÇA
RISCOS
FÍSICO BIOLÓGICO
QUÍMICO ERGONÔMICO

PROTEÇÃO CONTRA RISCOS BIOLÓGICOS
1) Pela fonte do material
2) Pela natureza da operação / experimentos
3) Pelas condições ambientais de sua realização

BOAS PRÁTICAS LABORATORIAS
Regido pela ANVISA (NIT / DICLA) divisão da ANVISA
(Organização e gerenciamento de laboratório)
- serviço de coleta até a interpretação
- ajudar gerenciar e instrumentalizar
DEVE TER:
→ acreditção / ISSO
→ boas instalações
→ funcionários bem preparados


NORMAS DE SISTEMA DE GESTÃO
→ controle interno
→ e serviços terceirizados (acreditar nos serviços)
BOAS PRÁTICAS VÃO REGER PROCESSOS
Processos “gestão”
Chegada do paciente até a entrega do resultado


Padronização → verificação → se pessoal está bem treinados
→ equipamentos bem regulados “calibrados”


Demanda do tipo de exame


Não conformidade
(Parte do processo não está de acordo com padrão)


Analise corretivas (ação)


Ações preventivas →
revisão dos processos →
para ver se sanou os processos→
melhoria da qualidade→ chegada do paciente até entrega do resultado

 Política da qualidade para serviços terceirizados → política de desenvolvimento de avaliação de processos externos. (avaliação das instituições).
PROCESSO DE MELHORIA CONTINUA
1. Desenvolver processos → (ações) de auditoria → (para não ter erros recorrentes) constante.
2. Documentar (uma base para solucionar os problemas) as ações resultados.
3. Aproveitar as ações de melhoria.
4. Avaliar a eficácia destas ações de melhoria


5. Qualificação pessoal
Qualificação Treinamento
Pessoal
Experiência capacitação


BPLC (CONTINUAÇÃO)
- acomodações e condiões
→ ambientes
→ dimensões – espaço físico
→ construção
→ localização
Material

triagem
↙ ↓ ↘
vários
setores

resultados → descarte de resíduos
- acomodações adequadas
- instalações (com ar, instalação elétrica)
- equipamentos calibrados e aferidos
- material para consumo
São condições ideais para realização dos exames
- equipamentos (materiais de consumo diário)
- materiais de referencia
- materiais de consumo
- reagentes
- sistemas analíticas
- procedimentos adequados

“PROCEDIMENTOS ADEQUADOS”
- manuseio
- transporte
- armazenamento
- planejamento de uso e manutenção
- controle rígido de reagentes
- análise da água utilizada
“PROCESSO PRÉ EXAME”
- cadastro
- identificação do paciente
- tipo de amostra
- exames solicitados
- informações clínicas do paciente
- data e hora do recebimento do material
- laboratório deve dispor do manual de procedimentos de coleta
“PROCESSO DE EXAME”
- Quando o lab. Desenvolve seus próprios métodos estes devem ser validados e revistos periodicamente.
- Quando houver mudança de método que possa interferir no resultado o paciente deve ser comunicado.
“PROCEDIMENTOS ANALÍTICOS DO EXAME”
- O objetivo do exame
- principio do método
- especificações de desempenho
- tipo amostra primária
- funcionamento dos equipamentos e resgentes
- procedimento de calibração
- passo a passo d procedimento
- procedimento do controle de qualidade
- interferência e reações cruzadas
- princípios do procedimento sobre análise do resultado
- conhecer o intervalor dos valores de referência
- intervalor reportáveis dos valores do exame
- conhecer valores de alerta
- interpretação do resultado
- precauções de segurança

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